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A Orquestra Orff do Porto deu os primeiros passos na temporada de 1986/87. Tem na sua génese o pensamento filosófico e musical de Carl Orff, a visão metodológica e didáctica de Pierre Van Hauwe e o trabalho pedagógico de três professores que, contaminados pelo síndrome dos três porquinhos, deitaram mãos à obra e construiram o seu refúgio ideal: O Instituto Orff do Porto.
Na sua actual constituição a O.O.P. é uma formação musical que congraga cerca de 130 jovens cujas idades oscilam entre os 8 e os 22 anos.
Para além do instrumental ORFF (Lâminas e Flautas de Bisel) encontram-se representados na O.O.P. todos os instrumentos tradicionais de orquestra (cordas, sopros, etc), compondo-se assim um universo tímbrico extremamente rico e potenciador de novos horizontes e linguagens.

Ensemble
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Este trabalho, para além de espelhar toda uma metodologia de ensino da música de conjunto, é sobretudo uma valiosa ferramenta de divulgação musical junto das camadas mais jovens, contribuindo directamente para a formação de um número cada vez maior de músicos e para o alargamento de um público consumidor, de qualidade.
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Os
rostos da Orquestra Orff do Porto
O
Ensemble
representa o perfil musical da Orquestra Orff do Porto à
escala de um agrupamento de câmara. A grande plasticidade
da sua formação empresta-lhe uma sociedade original
e permite a recriação de clássicos da composição
musical. Dá-se assim a oportunidade aos elementos mais avançados
de exprimirem as suas capacidades técnicas e artísticas,
ao mesmo tempo que se lhes propõe, continuamente, novos desafios
e renovadas "aventuras" musicais.
Centrando o seu reportório nos séc.s XVII e XVIII,
esta pequena orquestra não enjeita a abordagem da música
antiga e, mais recentemente, de grandes momentos dos períodos
moderno e contemporâneo. Assim sendo, através de adaptações
cuidadas à sua instrumentação, o Ensemble possibilita
aos seus jovens elementos o contacto com formas musicais elaboradas
tais como a Sinfonia, o Concerto, a Oratória, a Ópera
ou a Suite de bailado.
O
Grupo de Percurssão baseia
a sua sonoridade exclusivamente nos instrumentos de percurssão
e busca o seu reportório na obra legada por Carl Orff e seus
discípulos, com destaque para o mestre Pierre Van Hauwe,
ou em obras especialmente compostas
para este agrupamento, ousando mesmo enveredar por formas musicais
mais complexas, como o concerto.
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